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Dicas para clareamento dental

por Luan Perera (2018-11-26)


Almeja deixar os dentes brancos? Perito esclarece as diferenças entre as técnicas disponíveis e os cuidados para tirar proveito sem riscos


As pesquisas do mercado de venustidade são unânimes: o brasílio é um dos povos mas vaidosos do planeta. No ranking de cirurgias plásticas realizadas anualmente, o país disputa a liderança com os Estados Unidos há cerca de anos, segundo a Sociedade Externo de Cirurgia Plástica e Estética. Mas de um milhão de procedimentos desse classe são realizados anualmente no Brasil. A estudo dos dados sobre a venda de cosméticos corrobora a desenlace de que a vaidade é uma das primordiais preocupações da nossa população. O Brasil é o quarto maior mercado consumidor desse retalho no planeta, conforme a Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Insignificância e Cosméticos.


Tanto apreço pela imagem não poderia deixar de ter a boca e os dentes. Ainda que não ter ainda pesquisas formais sobre o ponto, os cirurgiões-dentistas evidenciam aumento considerável na procura pelo clareamento dental. Fato é que um sorriso harmônico, com dentes alinhados e brancos, se tornou a meta de muita gente, mudando radicalmente a prioridade anterior, que era restrita à saúde vocal.


Vale ressaltar, nada obstante, que, por mas fácil que pareça o clareamento, o procedimento não é com exclusividade elegante e requer bastante critério. A orientação de um dentista é substancial. Simplesmente um profissional saberá orientar com segurança a concentração ideal do produto, a continuidade, a forma correta de impor o gel e o intensidade de branqueamento provável.


Com a idade, os dentes escurecem e isso ocorre porque o esmalte se desgasta, tornando a dentina ( pano que está por grave e que determina a coloração dental) mas visível. A dentina vai se tornando mas densa, o que deixa os dentes mas escuros. O consumo jacente de açaí, moca e outros víveres e bebidas que possuem em sua elaboração grandes quantidades de corantes, naturais ou artificiais, interferem na coloração, como fatores genéticos e má higiene. Apesar disso, o uso de tabaco e até de poucos medicamentos influencia a tonalidade.

 


O processo de clareamento dos dentes ocorre por produtos químicos como o peróxido de carbamida e o peróxido de hidrogênio. Presentemente existem 2 tipos de clareamento e este e aquele devem ser feitos com a supervisão de um odontólogo : o clareamento de consultório e o clareamento granjeiro.


No consultório, a manipulação é feita apenas pelo profissional, que utiliza produtos com peróxido de hidrogênio, três vezes mas potente que o peróxido de carbamida utilizado na técnica caseira, com ou sem a ativação de claridade ou laser. A diferença aparece em uma ou duas seções, que duram à volta de uma hora. Nesses casos, a gengiva deve ser isolada, porque o material utilizado deve motivar irritações nas mucosas orais.


Já no clareamento granjeiro, o odontologista confecciona uma moldeira própria para o paciente, fornece o gel com a concentração ideal para o caso e monitora semanalmente sua evolução. O manejo e a utilização são realizados em moradia até mesmo durante o sono. O resultado surge entre três e quatro semanas. Diferentes concentrações do peróxido de carbamida, mas utilizadas na técnica caseira, vão de 10% a 22%.

 

Apesar disso, nem constantemente o tom desejado é apanhado e isso acontece porque o esmalte do dente é translúcido, porém a dentina possui o seu próprio matiz, que usualmente varia do amarelo ao laranja. Ou melhor : quanto mas fino for o esmalte, mas se percebe o matiz da dentina. Durante o processo de clareamento, a cor do dente não é alterada, porém sim a saciedade, o “croma” dessa cor para por alto saturado. Há pacientes nos quais não há significativa diferença no proporção de saciedade. Daí que, de antemão de iniciar o clareamento dental, é preciso estar cônscio dessa possibilidade.

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Como todo procedimento, o clareamento também tem contraindicações. O sujeito com dentes bastante restaurados ( visto que o gel não age sobre a resina), não obterá a ação efetiva do clareador, da mesma maneira que pessoas com próteses e implantes. O procedimento também não é indicado para quem está mostrando por um tratamento dr. sistêmico e debilitante. Apesar disso, não se deve fazer o clareamento em pessoas com menos de 18 anos e gestantes. Nos casos das quais tem máculas causadas pelo uso do antibiótico tetraciclina, hipoplasiadentinária, fluorose dentária, técnicas combinadas vão poder ser aplicadas a critério do dentista.


A sensibilidade dentária também representa um risco, que ocorre devido à agressividade do produto utilizado durante o clareamento. Usualmente essa sensibilidade durabilidade entre 15 dias e um mês. No clareamento rendeiro, que cobija um gel mas fraco, os casos de sensibilidade são menos frequentes. Para evitar esse desconforto, o odontólogo deve utilizar, de antemão e depois o procedimento, um gel dessensibilizante que ajuda na remineralização do esmalte.


O transe do uso indiscriminado

A partir de fevereiro de 2015 há uma solução da Anvisa ( Dependência Vernáculo de Vigilância Sanitária) que determina controle na comercialização de clareadores dentais. Com isso, a receita emitida pelo dentista, legalmente habilitado e inscrito no recomendação profissional, deve ser exigida durante a compra desses produtos.

 

Desgraçadamente essa regra nem continuamente é seguida e kits de clareamento podem ser encontrados à venda, particularmente na web. O entrave é que esses produtos quase continuamente são anunciados por pessoas leigas no ponto, que não fornecem a proveniência nem a constituição do clareador, colocando a saúde dos usuários em risco.


O uso indiscriminado e sem orientação de um odontologista deve motivar até mesmo danos irreversíveis. Os desvantagens vão a partir de ardor nas gengivas e sangramento, até ulceração, necrose da polpa (morte do nervura dental) e fraturas no dente.


Vale ressaltar que a solução não possui como foco proibir o uso desses produtos pela população, porém esclarecer que os géis clareadores são destinados ao tratamento odontológico, cuja indicação terapia necessita de avaliação e seguimento do odontólogo. Sem a supervisão de um profissional competente, a população vai estar sujeita aos riscos da automedicação.