Comentarios del lector/a

Gibis Para Doação

por João Lucas da Cunha (2019-04-14)


estante de discosA ideia de um serviço de assinatura de livros não é exatamente nova. Quem foi criança na década de 70 ou 80 talvez se lembre do Círculo do Livro. Criado em 1973, Círculo era uma editora que enviava aos assinantes, periodicamente, uma revista promocional com informações sobre acervo e lançamentos. Quem participava tinha de escolher um determinado número de livros e os recebia em casa. As obras eram de alta qualidade, tanto editorial quanto gráfica, e os preços ficavam abaixo dos valores praticados na época.

Ideia, roteiro, rascunho, desenho, arte final, letramento, paginação, impressão, montagem e distribuição: as fases de produção de uma história em quadrinhos são várias e muito trabalhosas. Na Sessão Geleia HQ, desafio era cumprir todas essas etapas em grupo - e em apenas 24 horas. Em uma mesma sala, a criatividade de 12 desenhistas cresceu até quase não caber mais. Gabriel Góes, João Lin, Luciano Salles, Magenta King, Pedro Cobiaco, Tiago Lacerda (Elcerdo), João Carlos Vieira (João Azeitona), Dalton Tadeus Soares Cara (Dalts), Mateus Santolouco, Felipe Nunes, Marcelo Costa e Magno Costa uniram esforços para produzir "Rô", a história de um personagem sem gênero definido, contada em terceira pessoa e por vários pontos de vista. "A ideia era achar um tema com algum elemento em comum que ligassem as histórias. Este elemento iria ser plano principal para cada artista criar. E foi definido que seria um personagem esse elo", explica Tiago Lacerda.

Como sempre, nós não apoiamos a pirataria, mas sabemos alguns de vocês gostam de viver a vida no limite, ou acreditam que não é antiético baixar quadrinho se se já possuem em algum outro formato. Se você conseguir montar um feed RSS, não precisa nem passar muito trabalho - pode simplesmente conseguir as últimas edições assim que elas forem lançadas online Você certamente já sabe como usar BitTorrent, então não vamos explicar de novo — apenas lembre-se de não ser um babaca, de ajudar a indústria que você curte e de não nos culpar se grande irmão bater na sua porta.

Uns dias depois, comentaram que as editoras dessas capas duras de super-herói foram das poucas do mercado livreiro que conseguiram ficar no azul no pior da krize no ano passado. Tem bastante editor querendo entender e copiar fenômeno. Imaginei centenas de cenas iguais à da banca se repetindo por aí - provavelmente mais em versão virtual, no carrinho de compras da Amazon. É algo recente no Brasil. Entre várias coisas curiosas do fenômeno está essa predileção pelas capas duras, que rende umas analogias entre quem liga colecionismo a buscar solidez no mundo. Pode ser também que as capas duras formam blocos TOC-friendly na estante discos. Vai saber transtorno obsessivo de cada um.

Os livros da Isa aqui em casa ficavam na nossa estante da sala, na última prateleira da estante, mas agora como ela tem brincado muito no quarto dela (desde que chegou esse tapete) passei os livros dela para quarto, mas não estão mega organizados ainda. Então fui atrás de dicas de como organizar os livros das crianças e hoje vou colocar algumas idéias que achei aqui.

Colecionar carros em miniatura, contudo, envolve um pouco mais do que isso: envolve paixão. Quase todo mundo gosta de carros, mas colecionador simplesmente os ama. E quase sempre tem alguma estória de amor entre ele e alguma grande máquina do passado (ou do presente) que acaba virando estopim de tudo.

Acredito ser completamente irrelevante discutir se histórias em quadrinhos são ou não literatura. Além de servirem, em muitos casos, como porta de entrada para gosto pela leitura em crianças e adolescentes, há uma evidente evolução de técnicas, temáticas e abordagens que não pode ser ignorada. Há Graphic Novels que são infinitamente melhores que algumas dezenas de aclamados best-sellers.

Os ovos de ouro deste tipo estão nos consoles limitados caríssimos e lindos que se tornam tesouro numero 1 dos colecionadores de console, porém consoles raros e antigos como PC engine são item obrigatório de um colecionador de consoles. problema é tamanho da sua casa, pois consoles ocupam, muito espaço tornando esta coleção uma das mais hardcores do gênero.

Como um exemplo rápido, digamos que eu tenho três lotes de quadrinhos dos X-Men, cada um de um local diferente — digamos, um de uma pequena coleção em DVD, outro de uma coleção em DVD de outra fonte, e outro escaneado por mim mesmo. Eles terão nomes diferentes um do outro, mas os arquivos em cada lote terão nomes similares (mais ou menos). Então eu pego todo meu primeiro lote, seleciono todos os arquivos e rodo-os no programa de renomeação para que fiquem no meu padrão escolhido: Título (Volume) número (por exemplo: Uncanny X-Men (Volume 1) ). Como você vai configurar isso fica por sua conta, mas os programas de renomeação devem ser bem autoexplicativos.

A biblioteca infantil disponibiliza obras infantis e juvenis, gibis, revistas, em um ambiente alegre e acolhedor. Pode se disser que é a versão fulset dos consoles, este tipo de colecionador não costuma comprar jogos, na maior parte das vezes ele mal costuma jogar, pois objetivo dele e ter a maior quantidade de consoles isto inclui ate mesmo mais de uma versão de cada console, as vezes só pelo fato de serem do mesmo modelo, porem de outra cor ,já se torna alvo deste colecionador.