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Dicas Para Fazer Miniaturas ⋆ Luciana Murta

por Enzo Gabriel Martins (2019-04-19)


Prateleira. A A marcenaria de Carlos Alberto Ferreira de Carvalho existe desde 1992, mas só começou a produzir estantes para miniaturas em 2003, quando um colecionador procurou. A primeira encomenda não ficou muito adequada, mas cliente gostou muito", diz Carvalho. Após primeiro trabalho, empresário enxergou um mercado carente por estantes, resolveu aperfeiçoar produto até chegar em modelos mais adequados. A poeira é a inimiga do colecionador. Eles querem um produto bem feito para preservar carrinho", completa.

estante para cd dvdAs peças são separadas como um quebra-cabeças e você monta da maneira que quiser, obedecendo determinadas larguras, alturas e encaixes que já vem prontos. Pode-se, por exemplo, regular a altura das prateleiras (veja na foto que as laterais da estante têm vários furos brancos para que se possa determinar a altura da prateleira).

Na história acompanhamos a vida de um homem comum com uma rotina de trabalho e casa, que após ganhar uma bolada na loteria esportiva resolve por um prática um plano que há tempos consome sua cabeça: sequestrar a jovem Miranda, moça que conheceu através da janela de seu antigo trabalho, onde também desenvolveu uma certa admiração (para não dizer obsessão) pela moça.

As estantes para quartos costumam ser muito utilizadas pelas pessoas mais organizadas já que suas prateleiras são abertas e se você for tipo de pessoa que tira uma coisa do lugar e sempre devolve no lugar errado, é melhor nem pensar em ter uma estante de livros pequena. A mesa toda preta é aquecida por cadeiras de vime com almofadas de diversas cores, bem como os objetos funcionais como copos e jogos americanos. Os livros sem fechamento também colorem ambiente. Alguns detalhes em cobre na mesa e na estante dão tom sofisticado.

Durante esse ano alfabetizei oitenta crianças, trabalhei com leitura e produção de textos com cinqüenta jovens. Consegui escrever uma cartilha Bilíngüe com os alunos e trouxe material suficiente para escrever um livro e produzir um cordel sobre essa experiência.

Coleciono fora das embalagens (loose) pois gosto de tocar e ver de perto os detalhes (talvez minha profissão influencie nisso rsrs). Para manter a coleção organizada e protegida da ação do tempo e das mãos de crianças (tenho um filho de 6 anos e uma filha de 2 anos) e de curiosos eu optei por armazená-los em expositores de parede (de 50 a 120 nichos) tentando separar por temas. Meu filho João Pedro também já iniciou sua coleção, as miniaturas mais legais nós separa no expositor no quarto dele e outras viram brinquedos que logo ficam detonados, afinal ele é uma criança. Isabel tem sua Kombi rosa desde antes de nascer, porém a miniatura já está bem castigada por suas brincadeiras.

Já li um bocado de coisa nessa vida, já tive algumas respostas diferentes pra essa pergunta e talvez minha opinião ainda venha a se renovar um dia. Ler um romance é uma experiência bem diferente de uma hq, ritmo de leitura é outro, as sensações de ler só letras e imaginar todo resto é diferente de ver ilustrações e balões de fala em diferentes formatos e cores e, apesar de serem narrativas, os dois universos são diferentes demais. Não tem melhor ou pior, tem apenas diferentes. Não sei que vou querer ler amanhã, sei que minha estante tem de tudo. Concordo com Paulo Ramos, história em quadrinhos é uma mídia à parte da literatura.

Peça quase onipresente nas casas brasileiras, a estante pode ter funções que vão muito além de mero espaço para comportar livros ou suvenires. Com um pouco de criatividade e algum investimento, é possível transformar móvel em um dos destaques da decoração de salas, escritórios e outros espaços.

apartamento do funcionário público aposentado Amilton Magno Hoffmann da Rocha, 55 anos, tem uma decoração bastante peculiar. Em praticamente todos os cômodos, as paredes acolhem prateleiras e mais prateleiras de miniaturas de carros da linha Hot Wheels na escala 1:64 (64 vezes menor que um automóvel em tamanho real).

Convidada pela organização do evento para contribuir na construção da programação da FLiQ, a historiadora Milena Azevedo, 34, aficionada, estudiosa do assunto e roteirista de HQs, vê na Feira a chance definitiva para fortalecer processo de desmistificação dos conceitos e pré-conceitos que ainda povoam a mente de quem acredita, equivocadamente, que quadrinhos é coisa de criança. Temos grandes talentos espalhados por todo RN, gente que está colaborando e trabalhando à distância para estúdios internacionais, artistas que são mais conhecidos lá fora que aqui no RN", resume Milena. Teremos um lado bem pop, como concurso de cosplay (pessoas que incorporam personagens de quadrinhos) e lançamentos de títulos com a presença de autores, como um lado mais reflexivo, teórico, capaz de mostrar que quadrinho não é só coisa de criança, e que as pessoas que gostam não são alienadas como muitos pensam", aposta.

Acabei de ler Talco de Vidro, do Marcello Quintanilha. Talvez melhor quadrinho nacional que já li. Ele tem uma força de literacidade que se aproxima dos livros de romance muito mais que uma mera adaptação de clássicos da literatura. Ele é a própria literatura contemporânea que vemos hoje nos melhores autores. E não digo apenas brasileiros, mas os internacionais.